Acessórios Pizza




Tesoura para Pizza Tramontina 25051-170

R$ 75,00

1x de R$ 75,00

Novidade

Suporte para Pás de Pizza

R$ 98,00

1x de R$ 98,00

Novidade

Rolo de Massa

Produto Esgotado
Lançamento

Placa Refratária Quadrada para Forno

R$ 144,00

1x de R$ 144,00

Lançamento

Placa Refratária para Pizza

R$ 104,00

1x de R$ 104,00

Novidade

Pegador de Salada Inox Violeta

R$ 32,00

1x de R$ 32,00

Novidade

Pegador de Salada Inox Vermelho

R$ 32,00

1x de R$ 32,00

Novidade

Pegador de Salada Inox Verde

R$ 32,00

1x de R$ 32,00

Novidade

Pegador de Salada Inox Laranja

R$ 32,00

1x de R$ 32,00

Pá de Pizza Tramontina

R$ 87,00

1x de R$ 87,00

Pá de Pizza Inox

R$ 160,00

1x de R$ 160,00

Pá de Pizza em Bambu

R$ 128,00

1x de R$ 128,00

Pá de Pizza em Alumínio

R$ 52,00

1x de R$ 52,00

Kit Pizza - Fácil

R$ 226,00

2x de R$ 113,00

Cortador de Pizza Tramontina

R$ 79,00

1x de R$ 79,00

Novidade

Cortador de Pizza Tramontina

R$ 17,70

1x de R$ 17,70

Cortador de Pizza Profissional

R$ 98,80

1x de R$ 98,80

Cortador de Pizza Mundial

R$ 19,50

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Encontre vários acessórios para pizza: Pás, Espátulas, Cortadores, Bandejas e Assadeiras.

Um prato, um alimento tão comum e tão desejado, que seus fãs e adeptos imaginavam como fazer pizza na churrasqueira. Hoje já existe um acessório chamado Kit Pizza-Fácil.  Ele permite que você utilize sua churrasqueira na elaboração de deliciosas pizzas, com massa crocante e sabor autentico.

                                     Vale a pena conferir a história da Pizza.

A história da pizza começou com os egípcios. Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os primeiros foram os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na Itália.

Ao contrário do conhecimento popular e do fato ser considerada tipicamente italiana, os babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e amido e a água para assar em fornos rústicos há mais de 5 000 anos. A massa era chamada de "pão de Abraão", era muito parecida com os pães árabes atuais e recebia o nome de piscea.

Os fenícios, três séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão; os turcos muçulmanos adotavam esse costume durante a Idade Média e, por causa das cruzadas, essa prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles, sendo, em seguida, incrementada, dando origem à pizza que conhecemos hoje.

No início de sua existência, somente as ervas regionais e o azeite de oliva, comuns no cotidiano da região, eram os ingredientes típicos da pizza. Os italianos foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na América e levado à Europa pelos conquistadores espanhóis. Porém, nessa época, a pizza ainda não tinha a sua forma característica, redonda, como a conhecemos hoje, mas sim dobrada ao meio, feito um sanduíche ou um Calzone.

A pizza era um alimento de pessoas humildes do sul da Itália, quando, próximo do início do primeiro milênio, surgiu o termo picea, na cidade de Nápoles, considerada o berço da pizza. "Picea" indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima. Servida com ingredientes baratos, por ambulantes, a receita objetivava "matar a fome", principalmente a da parte mais pobre da população. Normalmente, a massa de pão recebia, como sua cobertura, toucinho, peixes fritos e queijo.

A fama da receita correu o mundo e fez surgir a primeira pizzaria de que se tem notícia, a Port' Alba, ponto de encontro de artistas famosos da época tais como Alexandre Dumas, que, inclusive, citou variações de pizzas em suas obras.

Chegou ao Brasil da mesma forma, por meio dos imigrantes italianos, e, hoje, pode ser encontrada facilmente na maioria das cidades brasileiras. Até os anos 1950, era muito mais comum ser encontrada em meio à colônia italiana, tornando-se, logo em seguida, parte da cultura deste país. Desde 1985, comemora-se o dia da pizza no dia 10 de julho.

Foi no Brás, bairro paulistano dos imigrantes italianos, que as primeiras pizzas' começaram a ser comercializadas no Brasil. Segundo consta no livro Retalhos da Velha São Paulo, escrito por Geraldo Sesso Jr., o napolitano Carmino Corvino, o Dom Carmenielo, dono da já extinta Cantina Santa Genoveva, instalada na esquina da Avenida Rangel Pestana com a Rua Monsenhor Anacleto, inaugurada em 1910, passou a oferecer as primeiras pizzas' da cidade.

Aos poucos, a pizza foi-se disseminando pela cidade de São Paulo, sendo abertas novas cantinas. As pizzas foram ganhando coberturas cada vez mais diversificadas e até mesmo criativas. No princípio, seguindo a tradição italiana, as de mozzarella e anchova eram às mais presentes, a medida que hortaliças e embutidos tornavam-se mais acessíveis no país, a criatividade dos brasileiros fez surgir as mais diversas pizzas.

A verdadeira pizza napolitana

Em 1982, foi fundada, em Nápoles, na Itália, por Antonio Pace, a Associação da Verdadeira Pizza Napolitana, (Associazione Verace Pizza Napoletana, em italiano) com a missão de promover a culinária e a tradição da pizza napolitana, defendendo, até com certo purismo, a sua cultura, resguardando-a contra a "miscigenação" cultural que sofre a sua receita. Com estatuto preciso, normatiza as suas principais características.

A associação age fortemente na Itália para que a pizza napolitana seja reconhecida pelo governo como "DOC" (di origine controllata, Denominação de Origem Controlada em português). Em 2004, um projecto de lei foi enviado ao parlamento, com o intuito de regulamentar, por lei, as verdadeiras características da pizza napolitana. O "DOC" é uma designação que regulamenta produtos regionais, tais como os famosos vinhos portugueses.

Além disso, a pizza napolitana está, desde Dezembro de 2009, protegida pela Comissão Europeia, junto com mais 44 produtos que têm o selo de "Especialidade Tradicional Garantida" (Specialità Tradizionale Garantita – STG).

Segundo a associação, a Verace Pizza Napolitana deve ser confecionada com farinha, fermento natural ou levedura de cerveja, água e sal. A pizza deve ser, ainda, trabalhada somente com as mãos ou por alguns misturadores devidamente aprovados por um comitê da organização. Depois de descansar, a massa deve ser esticada com as mãos, sem o uso de rolo ou equipamento mecânico. Na hora de assar, a pizza deve ser colocada em forno a lenha (somente), a 485°C, sendo que, sobre a superfície do forno, não deve ser colocado nenhum outro utensílio.

A variedade de coberturas é reconhecida pela organização, porém devem ter a sua aprovação, estando em conformidade com as tradições napolitanas e não contrastando com nenhuma regra gastronômica. Algumas coberturas são tidas como tradicionais, sendo elas (respeitando seus nomes italianos):

    Marinara (Napolitana): tomate, azeite de oliva, orégano (orégão) e alho.

    Margherita: tomate, azeite de oliva, queijo mozzarella e manjericão.

    Ripieno (Calzone), uma pizza recheada: queijo ricota, queijo mozzarella especial, azeite de oliva e salame.

    Formaggio e Pomodoro: tomate, azeite de oliva e queijo parmesão ralado.

Quando degustada, a pizza deve apresentar-se macia, bem assada, suave, elástica, fácil de ser dobrada pela metade. As bordas elevadas devem ser douradas. O gosto da massa deve ser de pão bem fermentado, misturado ao sabor ácido do tomate, aroma de alho, orégano, manjericão.

A pizza deve ser obrigatoriamente redonda, não podendo o seu diâmetro ser maior do que trinta e cinco centímetros. Outra medida, a espessura no centro do disco, não deve ser maior do que cinco milímetros, a borda não poderia ser maior do que dois centímetros.

Tipos de pizza

A variedade de coberturas que se pode colocar sobre uma pizza é quase infinita, entretanto, algumas preparações são tradicionais e têm fiéis seguidores:

    Margherita: queijo mozzarella e folhas de manjericão (nomeada em homenagem à princesa-consorte Margarida de Saboia).

    Mozzarella: tomate, queijo mozzarella, orégano e azeitonas pretas;

    Portuguesa: queijo mozzarella, tomate, calabresa, presunto, cebola, pimentão, ovos cozidos e azeitonas pretas e/ou verdes;

    Calabresa: queijo mozzarella, tomate, linguiça (chouriço) calabresa, cebola e azeitonas pretas;

    Toscana: tomate, queijo mozzarella misturada com linguiça (chouriço) toscana moída e azeitonas pretas;

    Pepperoni: tomate, queijo mozzarella, rodelas de salame pepperoni e azeitonas pretas;

    Quatro queijos: tomate, queijos mozzarella, gorgonzola, parmesão, provolone ou Catupiry, e azeitonas pretas (há variações em três, cinco e seis queijos);

    Pomodoro: tomate, queijos mozzarella e parmesão ralado, alho e azeitonas pretas.

Texto adaptado.

Origem: Wikipédia